Total de visualizações de página

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Sur les cimes du désespoir




Abri meu peito ainda sangrando
e vi lá pousado dentro dele um grande vazio
Pasmado
teimei em desacreditar no que os olhos viam
e em transe percebi o quanto
ver é irreversível
E eu, homem feito chorei
pela imagem quebrada dos meus sonhos
que um dia tanto desejei
Debatendo-me como um naufrago em alto mar
recorendo a uma fé inanimada, enclausurada
Grito, para todo o mundo ouvir
o egoísmo da inconformidade humana.

Nenhum comentário:

Postar um comentário